20/02/2010

Resultados da última visita de estudo à Universidade dos Açores

Como é do conhecimento de todos, no dia 26 de janeiro fizemos uma  Visita de estudo à Universidade dos Açores, com o objectivo de testar o nosso extracto clorofórmico, nas seguintes bactérias:



Micrococcus luteus

De salientar, que o extracto metanólico ainda se encontra em fase de evaporação, isto porque, o solvente metanol é menos volátil do que o solvente clorofórmio, por isso demora mais tempo para se evaporar.

Imagem.1 Como se pode ver na imagem, dentro da caixa amarela contêm dois frascos, sendo um deles o extracto metanólico que ainda está em fase de evaporação.

O resultado obtido, após a realização do método de difusão em agâr nas bactérias, foi negativo, uma vez que a quantidade usada, para testar o extracto clorofórmico, não correspondeu à concentração miníma inibitória (MIC) para o efeito antibacteriano.

Relativamente à 2º amostra da espécie de alga Asparagopsis taxiformis, está ainda no inicio, devido a um problema de contaminção da amostra.

Nota: O conteúdo que se encontrar com uma cor diferente da pré-defenida, representa uma hiperligação ou fonte de pesquisa.


Tradução

"Concentração Inibitória Mínima (CIM) é definida como a menor concentração de agente antimicrobiano necessária para inibir o crescimento de uma bactéria, durante um intervalo definido relacionadas com a taxa de crescimento do organismo, mais comumente 18-24 h"

Trabalho realizado por:


29/01/2010

Importância dos solventes na extracção de moléculas para a obtenção de extractos

Os solventes têm o poder de extrair as moléculas, que têm o mesmo tipo de polaridade que os solventes.

Quando uma substância possui os dois tipos de polaridade de moléculas (polar e apolar), verifica-se que a diferença entre elas, origina uma polaridade predominante. Essa, interage com um solvente com as mesmas características da substância, respeitando assim, a regra da polaridade das moléculas que diz: solvente polar dissolve molécula polar, e solvente apolar dissolve molécula apolar.

Uma das características dos solventes é serem altamente voláteis, isto é, a capacidade que uma substância tem de passar do estado líquido, para o estado gasoso. Em resultado disto, a facilidade de inalação destas substâncias por via oral, torna-se um perigo para os seres vivos.
Outra característica é serem inflamáveis.


Trabalho realizado por: Sérgio Santos Nº15

Escherichia coli

      Escherichia coli é uma bactéria bacilar Gram-negativa, é a mais comum e uma das mais antigas bactérias conhecidas pelo homem.
      A maior parte das estirpes de Escherichia coli é inofensiva.A utilizada nas experiencias levadas a cabo foi uma E.coli (também inofensiva) própria para uso laboratorial  
     O seu habitat natural é o lúmen intestinal dos seres humanos e de outros animais de sangue quente. É capaz de produzir fontes de energia suficientes para a sua sobrevivência, sendo um dos poucos seres vivos que o conseguem. 
     São susceptíveis aos ambientes secos, aos quais não resistem.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Escherichia_coli
http://coisoblog.blogspot.com/2009/02/7-microbios-que-matam.html
Realizado por : André Piques

Agar nutritivo

O agar nutritivo é um hidrocolóide extraído de diversos géneros e espécies de algas marinhas vermelhas que consiste em uma mistura heterogénea de dois polissacarídeos, agarose e agaropectina. Essas substâncias aparecem como carbohidrato estrutural na parede das células. Tais algas que contêm o agar são denominadas agarófitas e pertencem à classe Rodophyta


O agar é insolúvel em água fria, porém, expande-se consideravelmente e absorve uma quantidade de água de cerca de vinte vezes o seu próprio peso, formando um gel não-absorvível, não-fermentável e com importante característica de ser atóxico. Possui em sua composição principalmente fibras e também sais minerais (P, Fe, K, Cl, I), celulose, anidrogalactose e uma pequena quantidade de proteínas. O agar é muito empregado em microbiologia para culturas sólidas de bactérias. É especialmente útil por manter-se sólido (na verdade com densidade de um gel firme) em temperaturas comummente empregadas para cultura de bactérias (37 graus célsius), temperatura óptima para seu desenvolvimento.

O agar é utilizado em várias áreas: culinária, biologia vegetal, microbiologia e biologia molecular. Sendo importante aqui referir a sua utilização na microbiologia, sendo a área em que o grupo está a trabalhar.

O agar é muito usado em meios de cultura sólidos para bactérias e fungos, mas não para vírus. Alguns vírus podem, no entanto, ser cultivados em bactérias que por sua vez crescem em agar. Menos de 1% de todas as bactérias conhecidas podem ser cultivadas neste tipo de meios, mas a formulação básica do meio de cultura com ágar é adequado para a maioria.

Este tipo de meio de cultura é feito adicionando agar (normalmente 1,5 a 2% (p/v)) e componentes de meio de cultura específicos para cada tipo de microrganismo a água destilada. Esta mistura, após esterilizada, é vertida enquanto líquida para placas de Petri ou tubos. Por vezes é adicionado um suplemento após a esterilização, como por exemplo antibióticos (o calor da esterilização destrói determinados suplementos, não permitindo a sua adição anterior). Após solidificação do meio, este encontra-se apto a permitir o crescimento de microrganismos. Diferentes microrganismos possuem diferentes necessidades nutricionais por isso o meio de cultura é adaptado para satisfazer essas necessidades.

Fontes:


http://www.galeon.com/inmunologia/images/005/nuMcConkeyyEMB.jpg


http://www.trensa.com/cedivet/images/agar_sangre.jpg

Realizado por : Henrique Arruda

Bacillus thuringiensis

Bacillus thuringiensis é uma espécie microbiológica da família Bacillaceae. Foi descoberto em 1911 na província de Thuringia, Alemanha. Passou a ser utilizado como insecticida na França em 1938, e nos Estados Unidos da América na década de 1950, sendo esta uma bactéria que produz um cristal proteico contendo toxinas de propriedade insecticida.

O seu emprego destina-se principalmente para o controle de lagartas, pragas florestais e vectores representados por pernilongos e borrachudos.

Um dos exemplos do emprego desta bactéria é a utilização da mesma por uma empresa brasileira (Embrapa) no combate à lagarta-do-cartucho tendo sido desenvolvido um insecticida à base dessa bactéria, que mata principalmente as lagartas jovens, com até 4 dias de vida. O processo de produção é dominado, com testes de produção em larga escala e utilização de baixo custo. Sendo o custo de produção muito inferior ao de compostos químicos.

Fontes:

http://milksci.unizar.es/bioquimica/temas/enzimas/auxtransgenic/toxcrystals.jpg
http://www.bvsde.paho.org/bvsaidis/saneab/vii-003.pdf
http://www.catalogosnt.cnptia.embrapa.br/catalogo20/catalogo_de_produtos_e_servicos/arvore/CONT000fk2mg0us02wyiv80u57ezk13poea3.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bacillus_thuringiensis


Realizado por :Henrique Arruda

Caracterização de UFC ( Unidades formadoras de colónias)

Na última visita de estudo à Universidade dos Açores, as “ bactérias a utilizar estavam numa concentração de 10 elevado a 8 a 10 elevado a 9 UFC(unidades formadoras de colónias)/ml, e foi necessário dilui-las para 10 elevado a -2 com soro fisiológico, obtendo assim uma concentração de 10 elevado a 6 a 10 elevado a 7 UFC/ml.“
A designação de UFC significa que numa mistura heterogénea (suspensão) de células bacterianas, cada mililitro deverá conter milhões de células bacterianas. Mas nem todas estão viáveis. Então diz-se que o número de células bacterianas viáveis presentes numa mistura heterogénea corresponde a UFC ou Unidades formadoras de colónias.
Para proceder à quantificação de UFC existentes numa suspensão/mistura heterogénea bacteriana, é muito útil a técnica de diluição. Esta envolve um conjunto de passos e procedimentos, para além de cálculos complexos na qual não entrarei em pormenor.







Trabalho realizado por: Sérgio Santos Nº 15


Utilização do DMSO – Dimetilsulfóxido, nos ensaios antibacterianos

Na visita de estudo à Universidade dos Açores, realizada no dia 20 de Janeiro de 2010, foi testada a actividade antibacteriana do extracto clorofórmico da espécie de alga Asparagopsis taxiformis, nas bactérias Escherichia coli, Bacillus thuringiensis e Micrococcus luteus.
Para diluir o extracto clorofórmico da Asparagopsis taxiformis usou-se o solvente Dimetilsulfóxido (DMSO) com formula química (CH3)2SO.
O Dimetilsulfóxido ou também chamado de DMSO, é um solvente polar muito utilizado na indústria e em laboratório. Já na medicina, o DMSO é utilizado como anti-inflamatório.
Esta substância é produzida a partir da oxidação de sulfeto de dimetila. É uma substância de baixa toxidade, que contém um cheiro característico ao alho, que pode ser totalmente absorvido pela pele e entrar na corrente sanguínea. Isto pode causar dois efeitos:
- A área da pele que entrar em contacto com o solvente, fica com o cheiro entranhado.
- Substâncias tóxicas dissolvidas no DMSO, que normalmente só seriam mortais por ingestão ou aspiração, tornam-se mortais por contacto com a pele.





Trabalho realizado por: Sérgio Santos Nº 15
Título do projecto: Estudo da actividade antibacteriana e antifúngica da espécie de alga Asparagopsis taxiformis



Síntese do projecto: Neste projecto pretende-se estudar uma espécie de alga (Asparagopsis taxiformis), em termos de actividade antibacteriana e antifúngica, assim como varia esta actividade ao longo do ano.



10 palavras: Ciência, mar, biodiversidade, antibacteriano, antifúngico, trabalho experimental, inovador, interactivo e ecológico.